A Fenicafé foi a oportunidade para a Jacto mostrar suas inovações, o aprimoramento das máquinas e a evolução dos seus produtos para facilitar a vida do produtor rural.
“A busca por redução de custos, aumento de produtividade e segurança na operação é uma constante. A Jacto se preocupa com isso, e está trazendo uma máquina totalmente inovadora, um produto que, além de melhorar a colheita, com mais rapidez e segurança na operação, poderá proporcionar outras atividades. Por exemplo: temos uma máquina que depois que o produtor termina a colheita, ele pode utilizá-la para fazer a pulverização. É o que chamamos de máquina multiuso. É um novo conceito de máquina colhedora de café“, apresenta Armando Carlos Maran, gerente regional de vendas da Jacto no Sudeste do Brasil.
O equipamento citado por ele leva o nome de K 3500 e foi lançado em 2015. Várias máquinas já foram colocadas no campo para demonstração. Nesta safra a máquina já está disponível em lote comercial, tendo sido comercializado um número satisfatório desde então. “O propósito do equipamento é fazer outras atividades além da colheita, amenizando e recuperando o investimento mais rapidamente, pois a máquina vai trabalhar muito mais horas na propriedade“, esclarece Armando Maran.
Custo-benefÃcio
O equipamento é indicado para grandes operações. “Se pegarmos como exemplo uma colhedora que custa R$ 875 mil e adicionarmos o custo do kit de pulverização, que será em torno de R$ 250 mil, o investimento seria em torno de R$ 1,2 milhão.A colhedora convencional custa em torno de R$ 600 mil a R$ 700 mil, ou seja, pelo retorno oferecido, a diferença não é tão grande“, compara o gerente da Jacto.
Algumas dessas máquinas já efetivaram a colheita em 2015. Armando Maran explica que o kit colhedora já está pronto e sendo comercializado. “Agora vem o kit de pulverização, que está passando pelo processo de finalização. Já existem testes de campo, mas ele ainda não está em lote comercial“.
Segundo ele, a máquina é mais ágil, inclusive na manobra, se mostra mais produtiva na colheita que as convencionais e tem motor maior. Quanto à manutenção, é tão simples quanto as demais máquinas da Jacto, que é um diferencial da empresa.
O evento
Para Armando Maran, a Fenicafé apresenta sempre um público de alto nível técnico. “Eles estão, de fato, em busca de tecnologia,o que podemos constatar em função dos altos níveis das palestras e dos assuntos abordados. E esse é o momento de estreitarmos nosso relacionamento com eles“, considera.
A Jacto está cada vez mais inovadora, sempre buscando desenvolver produtos que melhorem a produtividade cuja operação seja mais segura, tanto na colheita como na pulverização. Essa máquina, inclusive, consegue monitorar a colheita, a lavoura e mostrar onde se colhe mais ou menos.
“A inovação tecnológica não para e estamos bem à frente disso“, finaliza Armando Maran.